2 de setembro de 2010
O pistão tem a forma de um copo cilíndrico invertido sendo a superfície direcionada para a câmara de combustão denominada fundo ou cabeça do pistão. A parte média, é normalmente chamada de corpo, onde existem dois orifícios circulares alojar o eixo do pistão que o une à biela. A parte mais afastada da cabeça é denominada a calça do pistão.

Pistões AGParts
Os pistões AG PARTS são projetados para atingir a menor massa oscilante, minimizar o consumo de óleo, reduzindo ruído e vibração, logo proporciona a máxima resistência ao desgaste.
A linha de pistões AG PARTS equipa os motores estacionários da linha diesel e gasolina. Sendo fornecidos para aplicação nas marcas Agrale, MWM, Tobatta, Tramontine e Yamnar.
Os pistões AG PARTS são produzidos com uma proteção adicional, na cobertura da saia reduz o atrito do pistão na camisa, enquanto, simultaneamente, melhora a capacidade do pistão em evitar desgaste excessivo, trazendo como principais benefícios: diminuição das folgas, ruídos, vibrações e atrito. Vários tipos de combinações de tratamentos superficiais podem ser realizados, melhorando o desempenho do motor.
A Anodização Dura no topo ou no 1º canal é outro tipo de tratamento superficial que possui as funções de prevenção de trincas, se aplicado no topo, e contra desgaste, quando aplicado no 1º canal e zonas de fogo.
Além desses tratamentos superficiais, a AG PARTS possui outros que podem ser utilizados conforme as necessidades de cada tipo de aplicação: Estanhagem, Fosfatização e Anodização.
Para saber mais sobre a linha de peças AG PARTS visite o site www.agramdiesel.com.br ou ligue para nossa Central de Atendimento: (15)3229.5777
16 de agosto de 2010
Passada a época de chuva, é preciso ficar atendo ao mato e a grama que crescem todos os dias no jardim da sua casa, no sítio oou em outro lugar. Para manter uma bela aparência, nada como uma boa roçadeira para ajudar no serviço de jardinagem.

Roçadeiras existem muitas e de muitas marcas. Mas certamente tem algumas que fazem a diferença no custo benefício, facilidade de uso e durabilidade. E para não se enganar é bom ficar atento para alguns detalhes.
É normal, com o tempo, devido ao uso acentuado, as roçadeiras precisarem de manutenção. Se você comprou uma roçadeira que não possui assistência técnica, é provável que você tenha problemas na hora de dar a manutenção nela. Este é um ponto importantíssimo que você precisa ficar atento na hora de comprar.
Roçadeira Elétrica ou a Gasolina – Qual a melhor?
Geralmente os motores à gasolina são mais fortes e possuem uma mobilidade sem fio, mas dependendo do seu orçamento, o motor elétrico é uma boa pedida já que possui um bom desconto em relação ao outro.
Outra questão é a potência do motor que você precise. Se o trabalho não é longo e o mato ou grama é rasoavelmente baixo, então não é necessário uma potência acima de 33 cilindradas. Mas se o seu objetivo é utilizar a roçadeira em serviços mais robustos como de uma empreiteira ou prefeitura, então é melhor as roçadeiras acima de 42 cilindradas.
5 de agosto de 2010
A AG PARTS comercializa válvulas de admissão e escape de alta performance para motores de combustão interna das marcas Agrale, Tobatta, MWM e Yanmar.

Nossa gama de produtos inclui válvulas de diversos desenhos e tipos com diâmetros de haste de 7 a 9 mm, como também comprimentos de válvula de 50 a 132.

As válvulas são produzidas com tecnologia de última geração, usamos métodos de pó de plasma na produção de
forjados ou métodos de retificação com alta velocidade para acabamento por meio mecânico.
Para tornar as válvulas resistentes às altas cargas, as sedes são reforçadas e endurecidas e possuem recobrimento cromado. Por isso, as válvulas AG Parts são “qualidade em 1º lugar”.
Veja este e outros itens da linha AGPARTS clicando aqui.
4 de agosto de 2010
Por Regina Hatakeyama- Da Náutica 235
Todos sabemos que motores precisam de uma certa manutenção para continuar funcionando em perfeito estado. E se você não quer frustrar a família e os amigos na hora de sair para navegar por causa de problemas no motor, leia as dicas abaixo e saiba como cuidar do coração do seu barco.
Não deixe de fazer as revisões recomendadas pelo fabricante, o que pode ser a cada 50 ou até 200 horas de uso, ou ainda a cada seis meses a um ano, dependendo do motor. Assim, as peças normalmente trocadas serão apenas velas, filtros, correias, óleo, graxa das articulações e spray lubrificante. Ou seja, nada muito caro nem complicado.
Se a pintura externa da tampa ou do próprio do motor exibir bolhas, pode ser sinal de superaquecimento. Chame um mecânico para examinar. Com motores, é sempre melhor prevenir, porque nem sempre dá para remediar.
Já se o barco for ficar parado por muito tempo, é melhor esvaziar completamente o tanque. Você pode fazer isso colocando uma mangueira grossa no bocal de abastecimento (use um pano para vedar) e injetando ar pela saída do respiro, com um compressor.
Se seu motor for de popa, sempre que voltar dos passeios no mar, faça o que se chama “adoçar o motor”. Ou seja, coloque-o para funcionar com água doce, para tirar o sal do sistema de refrigeração. Basta encaixar uma mangueira na entrada de água, na rabeta. Mas, atenção: não deixe faltar água na mangueira, porque ele pode até fundir.
Todo motor tem uma pecinha retangular, feita de zinco ou alumínio, que absorve a corrosão que o atacaria, caso ela não existisse para ser corroída no lugar dele. Chama-se anodo de sacrifício (o nome já diz quase tudo…) e deve ser substituída sempre que o seu desgaste tenha atingido metade dela. Senão, deixará de proteger o motor.
Para estocar combustível fora do tanque (o que é sempre perigoso e desaconselhável), use recipientes próprios e cheios até a boca, para evitar contato com o ar e os conseqüentes problemas da umidade.
A maneira mais prática (e barata!) de aumentar o desempenho de lanchas com motores de popa a partir de 75 hp é trocar os hélices de alumínio por outros, de aço inox, que não deformam enquanto estão girando, como ocorre com os de alumínio. Com isso, os barcos poderão ficar até 10% mais rápidos.
Ao guardar um motor de popa, deixe-o na posição vertical, para drenar a água do sistema de refrigeração. Se o motor ficar na horizontal, a água da refrigeração poderá entrar nos cilindros e danificá-lo seriamente.
Se o óleo do motor estiver esbranquiçado, é sinal de que ele está misturado com água. Troque-o imediatamente e chame um mecânico, porque a junta do cabeçote pode estar queimada.
Depois do combustível, velas são a principal causa de problemas nos motores de popa, especialmente os de dois tempos. Tenha sempre à mão um jogo de velas novas, para reposição.
Se usar motor de centro, mande instalar filtros, para impedir a entrada de impurezas e de água, e limpe o tanque e o sistema de alimentação de combustível uma vez por ano, porque a sujeira pode causar entupimento e a água, além de fazer o motor parar de funcionar, provocará sérios danos a ele.
Confira sempre o estado do hélice e veja se ele não está torto, trincado ou com cracas, que roubam seu desempenho. Simples linhas de pesca enroscadas nele também podem danificar o retentor e a bucha do eixo.
Se a cordinha de partida do motor de popa arrebentar, retire uma vela, injete um pouco de gasolina ou de spray lubrificante (tipo WD 40) dentro do cilindro e gire o volante do motor com outro cabinho qualquer. Isso sempre resolve.
Ao dar a partida, mantenha os motores de centro, movidos a diesel, na rotação mínima por cerca de um minuto, para evitar problemas nos turbo-compressores.
Os motores de centro a diesel irão durar mais se os bicos, as turbinas e as câmaras de combustão estiverem sempre limpos. Para isso, ao final dos passeios, coloque-os na rotação máxima por cerca de um minuto e, antes de desligá-los de vez, deixe-os funcionando em marcha lenta por cinco minutos.
Boa parte dos defeitos nos motores das lanchas é causada pela falta de uso! Portanto, sempre que puder, ligue o motor da sua. Pelo menos uma vez a cada 15 dias.
Se, depois de virar a chave, o motor não der nenhum sinal, veja se o manete não está engatado. Parece um descuido bobo, mas acontece com freqüência.
Antes de chamar um mecânico ou entrar em pânico, veja também se há combustível no tanque. É tão óbvio que muita gente esquece desse pequeno “detalhe”.
Aditivos melhoram o desempenho do barco, mas, principalmente, prolongam a vida útil do combustível parado no tanque. Se o seu motor for diesel, instale também descontaminadores magnéticos nas mangueiras do combustível, para destruir as bactérias que, por culpa da umidade, surgem no tanque.
Para não ter tantos problemas com o “envelhecimento” do combustível no tanque (na verdade, ele reage em contato com o oxigênio do ar e muda suas propriedades), o ideal é guardar o barco com o tanque cheio e por não mais do que um mês. Assim, evita-se a oxidação e a condensação da água no interior do tanque. E, se isso acontecer, a água se misturará ao combustível e poderá danificar o sistema de alimentação do motor. Além de, eventualmente, fazê-lo parar ou não pegar.
As roçadeiras Yanmar podem ser usadas na limpeza, roçagem e manutenção de jardins, corte de grama, capim alto, erva daninha, macega pouco densa e acabamento, seja em casa, no sítio, na praia ou mesmo em parques e praças.
Desempenho, durabilidade e agilidade são algumas das características desta máquina que permite o uso de várias ferramentas de corte. A roçadeira é indicada para os serviços pesados,sendo ideal para o corte de grama, capim, pasto, arbusto, macegas e pequenas árvores. Pode ser utilizada tanto em aclives como em declives. Sua alta potência proporciona maior rendimento e rapidez em qualquer tipo de trabalho.
O abastecimento da roçadeira é simples: após fazer a mistura do óleo na gasolina com um galão com funil
faz o abastecimento normal,não tem um procedimento especial para essa função.
Clique nos links abaixo para conferir as melhores ofertas de roçadeiras Yanmar:
17 de julho de 2010
Nos motores à combustão interna é no cilindro que se desenvolve a deflagração do combustível, que é a origem da força mecânica. Devido a ter que suportar, ao longo da sua vida útil, as deflagrações constantes de combustível e as altas temperaturas a que estas se desencadeiam, o cilindro é realizado num metal preparado para suportar estas condições extremas de funcionamento.
O número de cilindros pode ir desde um único, como em motores estacionários monocilindrícos, orçadeiras e motosserras ou mesmo dezesseis cilindros em motores para navios, automóveis e caminhões.
A potência de um motor depende da quantidade de mistura que explode no interior do cilindro, sendo que cilindros de maior dimensão permitem que os motores atinjam maiores potências. Salvaguarda a existência de um turbo, que pode proporcionar uma quantidade maior de mistura no cilindro, há uma relação direta entre a potência de um motor e a sua cilindrada (medida pela dimensão e quantidade de cilindros).
Em alguns motores o cilindro é constituído por uma “camisa” que nada mais é que um tubo cilíndrico colocado no bloco do motor, ele atinge temperaturas de 300ºC.
Existem dois tipos de camisa: a camisa seca e a camisa molhada.
A camisa seca é aplicada em motores arrefecidos a ar, cada cilindro encontra-se normalmente separado dos restantes e possui alhetas para refrigeração.
A camisa molhada leva esse nome pois a refrigeração é feita através da circulação de água em sua volta. Sua substituição geralmente é mais fácil em caso de desgaste.
As camisas de cilindro AG Parts são desenvolvidas com material de ferro fundido cinzento não ligado e são produzidas pelo processo de centrifugação. Nossa maior preocupação é com o acabamento da superfície no diâmetro interno, por isso nossas camissas passam por um tratamento com Plasma Hardenning além dobrunimento convencional e “plateau-honing”. Toda essa tecnologia garante uma grande contribuição para a redução de atritos e consumo de óleo e consequentemente, redução na emissão de gases.
Não se deixe enganar. Alguns fabricantes nacionais produzem a sua camisa de cilindro a partir do corte de tubos. Logicamente o custo final do seu produto será muito menor, porém, a qualidade do produto não será a mesma de uma camisa centrifugada. Muitas vezes o transporte e as movimentações podem provocar a ovalização dos tubos, consequentemente a qualidade da matéria-prima estará comprometida.
Neste mês a Agramdiesel está lançando a camisa de cilindro para motor MWM D229, que uni-se aos modelos Yanmar B8, B9, B10, AE1, BT22, BTD22, NS50, NS75, NS90, NS11 e NS18, para Tobatta AR70, AR90, AR110, AS140, AS160, TR5, TR8, TR9, TR10, TR11 e TR13.
9 de julho de 2010
Em toda parte onde pessoas trabalham com máquinas existe o perigo de acidentes. Reunimos aqui os pontos mais importantes a respeito, bem como algumas “regras de ouro para a segurança”. Planejando antecipadamente a seqüência de trabalho, o roçar torna-se mais fácil e mais rápido. Por isso, inspecione antes um terreno acidentado. Ao roçar, cuidar para não usar sem necessidade a ferramenta de corte como alavanca para limpar o caminho. As ferramentas de metal podem ser danificadas por “contato com o chão” e também lançar objetos.
Importante no roçar é a distância de segurança. Numa circunferência de no mínimo 15m do operador não deverá permanecer outra pessoa. Quem revisa regularmente a roçadeira, a ferramenta de corte e os equipamentos de segurança, evita falhas de funcionamento. O equipamento de proteção também deve ser examinado quanto à sua totalidade e perfeito assentamento antes de iniciar o trabalho. Verificar no local de corte as “condições do solo”, pois isso protege de surpresas desagradáveis. Por isso, ao roçar não se deve perder de vista a ferramenta de corte.
Equipamentos para um roçar seguro
1- Protetor auricular;
2- Óculos de proteção, se possível em
combinação com proteção adicional do rosto;
3- Chave de desligar no punho de funções múltiplas;
4- Luvas;
5- Vestimenta resistente;
6- Sapatos de segurança com sola antiderrapante e biqueira de aço;
7- Proteção de transporte.

Utilizando roçadeiras com segurança
30 de junho de 2010

Jogo de juntas do cabeçote
Sempre pronta a atender às necessidades do mercado, a Agramdiesel continua atualizando e deixando seu portfólio de peças cada vez mais completo.
Com profissionais qualificados e empresa procura monitorar e identificar possíveis deficiências no mercado para assim desenvolver uma nova linha para atendimento.
No último ano foram mais de 200 novos itens desenvolvidos, sempre desenvolvendo itens com muita qualidade!
Mensalmente você encontra aqui no blog as principais novidades de produtos, peças e tecnologias disponibilizadas ao mercado.
O resultado dessa constante preocupação e comprometimento está aqui.
Mais opções de jogos de juntas e junta do cabeçote das linhas Agrale, Tobatta e Yanmar para você.
Confira e faça hoje mesmo o seu pedido da tecnologia e qualidade AG Parts!
Antes de sair para navegar, confira algumas dicas da Revistas Náutica sobre segurança a bordo:
Regra número 1: nunca — jamais! — pilote ou deixe alguém pilotar sua lancha (ou jet, ou veleiro, tanto faz) sem ter habilitação para isso. Barcos são bens preciosos, e a vida de quem está a bordo ou nos outros barcos, então, nem se fala.
Também ao puxar um barco a reboque, lembre-se de que o conjunto de carro com carreta precisa de duas vezes mais espaço para frear do que um automóvel convencional. Dirija, portanto, com baixa velocidade e muita prudência.
A bordo de qualquer barco, é obrigatório ter, pelo menos, um colete salva-vidas para cada passageiro. Ninguém precisa vesti-los, mas eles devem ficar guardados em lugar de fácil acesso. E todos os passageiros devem saber onde encontrá-los.
Também, jamais exceda a capacidade de passageiros do seu barco. Mais vale deixar um amigo fora do passeio do que colocar a vida dele (e a de todos a bordo!) em risco. Se não souber ao certo quantas pessoas o seu barco está capacitado a levar, adote o critério de uma pessoa para cada metro de comprimento do casco.
Respeite os limites de navegação do seu barco. Uma pequena lancha para passeios em águas abrigadas nunca deve se aventurar em mar aberto. Quando um barco navega fora das condições para as quais foi projetado, fica muito vulnerável às mudanças do tempo.
Proíba as pessoas de ficarem no solário ou na borda do barco durante a navegação. Uma marola ou aceleração mais forte pode fazê-los cair na água.
Todo barco é obrigado a ter a bordo os equipamentos de segurança listados pela Marinha, em quantidade corresponde ao seu porte e categoria de navegação, como estes: manual do proprietário; luzes de navegação; bóia e coletes salva-vidas; caixa de primeiros socorros; bússola; âncora com, no mínimo, 20 metros de cabo ou corrente; bomba de porão; lanterna; extintor de incêndio; apito; e quadros do Regulamento Internacional Para Evitar Abalroamentos no Mar—RIPEAM (que trazem as regras de governo e navegação, balizamento e tabela de sinais de salvamento); e cartas náuticas da região onde o barco estiver navegando.
Não importa sua experiência ou idade: vista sempre um colete salva-vidas antes de subir em um jet, wakeboard, esqui, kitesurf ou qualquer outro brinquedo náutico, como, por exemplo, banana boats. E isso vale tanto para crianças quanto para adultos.
Para o motor de um jet não ser inundado quando estiver sendo rebocado por um barco, é preciso fechar a entrada de água de refrigeração do motor. Use o prendedor metálico próprio para isso.
Não tem idéia do que significa aquela cruzinha com quatro pontinhos na carta náutica? Pois saiba que ela é um sinal de “pedra à flor d’água na baixa-mar”, um dos perigos mais traiçoeiros do litoral. Fique longe delas, porque podem facilmente ser encobertas pelas ondas e desaparecerem a olho nu. Mas continuam ali.
Pequenos veleiros monotipos costumam virar fácil na água. Portanto, amarre tudo o que há a bordo, como remos, bolina, leme e bagagens. Se não, você só irá descobrir bem depois que tudo foi embora, boiando.
Se alguém cair acidentalmente na água, não o perca de vista ou mande alguém ficar olhando só para ele e indicando o caminho a seguir. Isso ajudará muito no resgate, porque, na água (especialmente nas mais agitadas) nem sempre é fácil localizar alguém, já que o corpo humano fica restrito a uma simples cabeça fora d’água.
Por essa mesma razão, não permita, de maneira alguma, gambiarras na parte elétrica de seu barco. Com energia não se brinca.
Ao sair de barco, informe à marina o seu destino e o provável horário de retorno. Assim, em caso de atrasos ou possíveis problemas, eles ficarão alertas e ajudarão no resgate.
Se o barco for ficar guardado na água, feche o registro do vaso sanitário e tenha certeza de que o acionamento automático das bombas de porão está funcionando. Simples cuidados como estes podem evitar uma inundação a bordo.
Antes de pôr o barco na água, sempre feche o bujão do fundo do casco. E ele só deve ser aberto na volta, para esgotar a água que eventualmente entrou no porão. Todo mundo sabe disso, mas, na afobação da partida, muita gente esquece.
Quem sai para navegar deve ter sempre uma forma de se comunicar com a terra firme, para o caso de alguma emergência. Leve, pelo menos, o celular.
Ajudar quem está em perigo na água é uma atitude obrigatória. Mas rebocar um barco, não! Se for preciso, fique por perto, até o socorro chegar, mas não se meta a fazer o que não sabe, porque o resultado pode ser ainda pior.
Nunca se aproxime demasiadamente de um cabo — qualquer cabo! — muito esticado. Se ele se partir, pode “estilingar” e machucar.
Da mesma forma, não esqueça de fechar todas as vigias e gaiútas da cabine quando acelerar, porque as ondas e os respingos podem inundar o interior do barco.
Regras de segurança a bordo devem ser inegociáveis. Assim, exerça seu poder de “comandante da embarcação” e seja claro e direto nas ordens, especialmente com as crianças, que não têm exata noção dos riscos de uma navegação.
Lembre-se de que mergulhar com cilindros de ar, só a dois! Além disso, sinalize sempre o local onde estiver mergulhando, para os outros barcos não passarem por ali.
Se a bomba de porão não funcionar, você pode usar a bomba de refrigeração do motor para sair do sufoco. Basta trocar a válvula que capta a água de fora do barco por uma, em forma de Y, para ter a opção de tirar a água do porão.
Nunca aproxime o barco das praias (o limite máximo são 200 metros), exceto para embarcar ou desembarcar alguém. E tenha muito cuidado com os banhistas, não deixando ninguém que esteja na água se aproximar do barco em movimento. Lembre-se: hélices são como lâminas afiadas. Por isso, sempre desligue o motor quando houver pessoas na água.
Se usar sua lancha usar motor de centro a gasolina, tenha um alarme indicador de vapores de combustível no compartimento do motor, bem como um exaustor, para dissipá-los. E sempre ligue o exaustor antes de dar a partida no motor, para prevenir-se contra incêndios.
Tenha sempre um apito a bordo, caso a buzina do barco pare de funcionar. Pode parecer primitivo demais, mas apitar quebra um galhão na hora de chamar a atenção no mar.
Incêndios são mais freqüentes (e danosos) em barcos do que naufrágios! Eles são a ameaça número 1 a bordo e tudo o que possa induzir ao fogo deve ser evitado. Muito cuidado, portanto, com churrascos a bordo.
Os 10 erros mais comuns de quem começa (ou já sabe) navegar
1 Não se informar sobre o tempo ao sair. Quem faz isso corre riscos à toa.
2 Sair com pouco combustível. Sem ele, o passeio pode acabar em drama.
3 Deixar o combustível envelhecer no tanque. Isso pode até estragar o motor.
4 Não consultar cartas náuticas. Quem acha que sabe tudo nada sabe.
5 Beber e, depois, pilotar. Não é só no trânsito que o álcool causa acidentes.
6 Ir além do barco que tem. Respeitar limites é um ato de sabedoria.
7 Levar gente demais a bordo. O peso deixa qualquer barco vulnerável.
8 Não revisar os motores. Sai mais barato que conserto e é bem mais seguro.
9 Ignorar os equipamentos de salvatagem. Não basta ter. É preciso saber usar.
10 Não se proteger contra o sol. Quem anda de barco vive exposto. E não sente.